Hoje em dia existe uma ditadura muito grande para as mulheres serem magras, peito grande, cabelo liso e bem arrumada.
A sensação que dá é que quem não está nestes padrões de beleza não é aceito pela sociedade.
Hoje em dia com as mulheres frutas o tipo de beleza mudou um pouco, então agora é ter músculos, ser sarada, pernas grossas, bunda grande, mas o cabelo continua liso.
Acho que o que a mídia faz é uma judiação, porque as mulheres se sentem cobradas e transferem esta neura para as filhas. O número de adolescente que estão desenvolvendo distúrbios alimentares cresce a cada dia.
Uma coisa é quando você vive da sua imagem, do seu corpo e tem que estar 24 horas por dia linda, maravilhosa, arrumada e magérrima!
Concordo que as roupas caem muito melhor nas magras, mesmo porque as roupas que fazem para as gordelícias parecem de velho.
Acho importante duas coisas, independente de ser magra ou gorda:
- Ter saúde
- Se aceitar. O que nem sempre é fácil, porque sempre tem alguém te cobrando e jogando na sua cara que você está a cima do peso.
Desde os meus 24 anos eu brigo com a balança. Tomei todos os tipos de remédios, desde fórmulas até aqueles que você encontra o número do telefone em postes nas ruas, só para emagrecer.
Estas "bombas" estouraram com o meu metabolismo. E agora junta com a idade e uma gestação.... fica mais difícil ainda de eliminar os quilos extras.
Mas se repararmos nas ruas, encontramos vários casais onde o homem é magro e a mulher mais gorduchita.
Já tive um namorado que gostava mais quando eu estava assim, gordinha, do que magra. Ele prefere e gosta de "ter o que pegar".
Assim como ele, existem vários homens que preferem as cheinhas.
A beleza externa um dia vai embora. A lei da gravidade acontece para TODOS, sem exceção. O que vai importar lá na frente é quem você é, no tipo de pessoa que você se transformou. Sem falar que as gordelícias são pessoas mais felizes e risonhas, porque comem o que querem e não ficam na neura desta ditadura.
Tudo nesta vida é passageiro.... já houve a época em que a beleza era ser gorducha, agora é a vez das magras.... quem garante que daqui alguns anos não volte a ser bonito e apreciado as gordelícias?
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
"Desejo Proibido"
Tenho uma amiga casada que me contou sentir uma atração enorme por um segurança da empresa aonde ela trabalha. Eles conversam o trivial, do dia-a-dia e nada mais.
" Ai Dri, é uma coisa muito louca. Não sei explicar direito o que acontece. Ele tem um físico maravilhoso, é alto, morenão, grande... Fico louca só de pensar nele". Ela costuma falar para mim.
Por ela ser casada e contra a traição, sei que isto não vai passar de uma admiração secreta pelo belo segurança.
Mas quem não teve uma atração assim? Aquele "amor platônico", que a gente só sonha e nada pode fazer?
Acredito que existam dois tipos de "olhares" e "olhares"... o primeiro é aquele que você admira o belo e só. Já o segundo é quando, como dizemos, "comemos a pessoa com os olhos". Não sou ninguém para dar lição de moral... acho que cada um sabe aonde aperta o calo e faz o que a sua consciência permite.
Um sentimento muito gostoso é quando nos apaixonamos por alguém. Sentimos um desejo que nos consome, que nos faz sonhar, dá aquele friozinho na barriga... Eu acho o friozinho na barriga o mais gostoso de todos....
Tudo isto é muito bom e faz com que nos sintamos vivos!
Só posso dizer para aqueles que está vivendo isto neste momento: viva e seja feliz!
" Ai Dri, é uma coisa muito louca. Não sei explicar direito o que acontece. Ele tem um físico maravilhoso, é alto, morenão, grande... Fico louca só de pensar nele". Ela costuma falar para mim.
Por ela ser casada e contra a traição, sei que isto não vai passar de uma admiração secreta pelo belo segurança.
Mas quem não teve uma atração assim? Aquele "amor platônico", que a gente só sonha e nada pode fazer?
Acredito que existam dois tipos de "olhares" e "olhares"... o primeiro é aquele que você admira o belo e só. Já o segundo é quando, como dizemos, "comemos a pessoa com os olhos". Não sou ninguém para dar lição de moral... acho que cada um sabe aonde aperta o calo e faz o que a sua consciência permite.
Um sentimento muito gostoso é quando nos apaixonamos por alguém. Sentimos um desejo que nos consome, que nos faz sonhar, dá aquele friozinho na barriga... Eu acho o friozinho na barriga o mais gostoso de todos....
Tudo isto é muito bom e faz com que nos sintamos vivos!
Só posso dizer para aqueles que está vivendo isto neste momento: viva e seja feliz!
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Um pouo da história do Verdão!
O Verdão foi fundado por imigrantes italianos na cidade de São Paulo com o nome de Palestra Italia. O primeiro jogo da equipe foi disputada em 24 de janeiro de 1915 contra o Savóia, do atual município de Votorantim, que na época era distrito de Sorocaba. Com vitória para o palestrina de 2 a 0.
O clube foi obrigado a mudar seu nome para Sociedade Esportiva Palmeiras em 1942, por ocasião da Segunda Guerra Mundial, já que o Brasil, governado pelo então presidente Getúlio Vargas, declarou guerra aos países do "Eixo" (Alemanha, Itália e Japão) e se alinhou aos países "Aliados", (Estados Unidos, URSS, Grã-Bretanha França e outros países).
As cores do clube, presentes no escudo e bandeira oficial, são o verde e branco. O vermelho, presente desde sua fundação em 1914, foi excluído durante a Segunda Guerra, por pressão do governo nacional, na mesma reunião que formalizou a mudança de nome de Palestra Itália para Palmeiras.
"Cruz de Savoia", primeiro distintivo utilizado pelo Palestra Itália em 1915
Seu mascote oficial é um periquito verde, mas nos últimos anos a torcida adotou o porco. O "porco" surgiu, na verdade, como gozação das torcidas adversárias. Depois de décadas se sentindo ofendida com tal apelido, a torcida alviverde adotou o animal como mascote nos anos 80 e assim acabou com a gozação dos rivais.
De acordo com o site oficial, o periquito foi escolhido desde a fundação do time por causa da comum coloração verde e, também, por esse passarinho existir em abundância onde o clube está localizado, além de ser um pássaro de origem brasileira.
Uma curiosidade: o periquito, apesar de alguns confundirem, nada tem a ver com o personagem da Disney. Zé Carioca, que é um papagaio. Aliás, o palmeirense é bem mais antigo e foi desenhado em São Paulo.
Mascote Oficial
É um dos times que mais obtem títulos nas Copas Libertadores, Mercosul, Brasileiro e outras.
No ano de 2002 o Palmeiras foi rebaixado pela primeira vez e caiu para a Série B. Na época seu Presidente era Mustafá Contursi.
2012 - Prestes a cair pela segunda vez para a Série B.
No mesmo ano em que o técnico Luiz Felipe Scolari deu ao Verdão o título na Copa do Brasil – foi demitido no dia 13 de setembro pelo péssimo desempenho no Brasileirão.
O Presidente Arnaldo Tirone está sendo ameaçado pela torcida e deu o seguinte depoimento: “Todo mundo vai morrer um dia. Se eu morrer, vai ser pelo Palmeiras e vai sair no jornal isso.”
A loja Oficial do Timão foi hoje (12/11) incendiada e pichada, principalmente com a frase: “Acabou a Paz”.
Acredito que enquanto as coisas não mudarem de cima para baixo, sua política e seus conselheiros vitalícios, a situação do alviverde continuará a mesma, se não para pior.
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
Em contrapartida: Dinamarca!
Ah se o Brasil fosse igual a Dinamarca.... teríamos, no mínimo, outra qualidade de vida!
Foi entrevistada a paulistana Janda Campos, que mora lá desde 1993. Hoje com 39 anos ela é vice-presidente de sustentabilidade do grupo Carlsberg e ela consegue sair do escritório pelo menos 2 vezes por semana às 3:00 da tarde para ir buscar o filho de dois anos na escola. Depois, a noite, ela compensa as horas "perdidas", mas não chega a trabalhar mais do que 9 horas.
A Dinamarca hoje ocupa o topo da lista da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico entre os países com o melhor equilíbrio entre a vida profissional e pessoal. Já o Brasil ocupa o 24° lugar de um total de 36 países.
Janda está grávida do segundo filho e ficará UM ANO de licença-maternidade. Quando o primeiro filho nasceu ela ficou 9 meses de licença. Ela tem direito a 33 dias úteis de férias ou 6 semanas corridas.
Os Direitos na Dinamarca:
- Mulheres grávidas têm quatro semanas de folga antes de dar à luz mais 16 semanas após o nascimento. Quando a criança alcança os 14 meses, os pais dividem outras 32 semanas de folga.
- Cinco semanas de férias é o mínimo, mas 6 costumam ser o padrão.
- Quando alguém fica doente e não trabalha o governo paga até 90% do salário.
- Ainda dispõem de 16 horas por dia dedicadas ao lazer e a cuidados pessoais. Menos de 2% dos cidadãos trabalham mais de 50 horas semanais.
Mas nem sempre foi assim. Em 1993 a taxa de desemprego chegou a 11%, foi quando o governo criou o "Flexicurity". Um conjunto de reformas das quais ficou mais fácil demitir e admitir. Em 2008 a taxa caiu para 1,4%.
A empresa Novozymes, especializada em biotecnologia é reconhecida como uma das que oferecem o melhor equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Além de itens mais básicos, como academia de ginástica e lavanderia na sede, eles criaram um sistema para que os químicos e engenheiros pudessem trabalhar remotamente. Quando acontece algum problema grave, os funcionários recebem um alarme e correm para a empresa.
Outro benefício muito diferenciado é na hora da contratação o novo funcionário recebe um capacete para incentivar o uso da bicicleta.
35% das pessoas em Copenhague utilizam a bicicleta como meio de transporte o que também ajuda, e muito, na hora de ir ou voltar para o trabalho.
As empresas mais tradicionais como a Maersk, que sempre significou a submeter-se a longas jornadas e a uma cultura em que os promovidos são os que trazem resultados sob os olhares do chefe, tiveram que mudar sua maneira de agir para não perderem talentos. Hoje eles não se importam mais aonde o funcionário vai trabalhar, se vai ser no escritório ou em casa remotamente, o que conta agora são os resultados, que entreguem o que é pedido. As reuniões nunca começam antes das 9:00 horas, para não atrapalhar àqueles que preferem chegar e sair mais tarde.
Quem sabe um dia nós chegamos lá...
Foi entrevistada a paulistana Janda Campos, que mora lá desde 1993. Hoje com 39 anos ela é vice-presidente de sustentabilidade do grupo Carlsberg e ela consegue sair do escritório pelo menos 2 vezes por semana às 3:00 da tarde para ir buscar o filho de dois anos na escola. Depois, a noite, ela compensa as horas "perdidas", mas não chega a trabalhar mais do que 9 horas.
A Dinamarca hoje ocupa o topo da lista da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico entre os países com o melhor equilíbrio entre a vida profissional e pessoal. Já o Brasil ocupa o 24° lugar de um total de 36 países.
Janda está grávida do segundo filho e ficará UM ANO de licença-maternidade. Quando o primeiro filho nasceu ela ficou 9 meses de licença. Ela tem direito a 33 dias úteis de férias ou 6 semanas corridas.
Os Direitos na Dinamarca:
- Mulheres grávidas têm quatro semanas de folga antes de dar à luz mais 16 semanas após o nascimento. Quando a criança alcança os 14 meses, os pais dividem outras 32 semanas de folga.
- Cinco semanas de férias é o mínimo, mas 6 costumam ser o padrão.
- Quando alguém fica doente e não trabalha o governo paga até 90% do salário.
- Ainda dispõem de 16 horas por dia dedicadas ao lazer e a cuidados pessoais. Menos de 2% dos cidadãos trabalham mais de 50 horas semanais.
Mas nem sempre foi assim. Em 1993 a taxa de desemprego chegou a 11%, foi quando o governo criou o "Flexicurity". Um conjunto de reformas das quais ficou mais fácil demitir e admitir. Em 2008 a taxa caiu para 1,4%.
A empresa Novozymes, especializada em biotecnologia é reconhecida como uma das que oferecem o melhor equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Além de itens mais básicos, como academia de ginástica e lavanderia na sede, eles criaram um sistema para que os químicos e engenheiros pudessem trabalhar remotamente. Quando acontece algum problema grave, os funcionários recebem um alarme e correm para a empresa.
Outro benefício muito diferenciado é na hora da contratação o novo funcionário recebe um capacete para incentivar o uso da bicicleta.
35% das pessoas em Copenhague utilizam a bicicleta como meio de transporte o que também ajuda, e muito, na hora de ir ou voltar para o trabalho.
As empresas mais tradicionais como a Maersk, que sempre significou a submeter-se a longas jornadas e a uma cultura em que os promovidos são os que trazem resultados sob os olhares do chefe, tiveram que mudar sua maneira de agir para não perderem talentos. Hoje eles não se importam mais aonde o funcionário vai trabalhar, se vai ser no escritório ou em casa remotamente, o que conta agora são os resultados, que entreguem o que é pedido. As reuniões nunca começam antes das 9:00 horas, para não atrapalhar àqueles que preferem chegar e sair mais tarde.
Quem sabe um dia nós chegamos lá...
"Qual é o limite"?
Li a revista Exame desta semana e confesso que fiquei chocada com a matéria da capa.
A reportagem fala sobre Marissa Mayer - presidente da empresa Yahoo - que voltou a trabalhar DUAS SEMANAS após dar à luz. Não foram dois meses, os quais eu, particularmente, já acharia loucura, mas sim duas semanas! Desculpem, mas isto é insano!
Marissa diz: "Tenho a teoria de que o desgaste de jornadas mais longas resulta do ressentimento. A sensação de que você está perdendo algo relevante para sua vida pessoal. Você não pode ter tudo o que quer, mas pode ter o que é mais importante para você. E pensar dessa maneira faz com que seja possível trabalhar por longas horas."
Foi feita uma pesquisa entre as 500 melhores empresas do Brasil e é alarmante o resultado: Em 2006 75% dos cônjuges estavam insatisfeitos com o equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Em 2009 este número subiu para 92% e agora em 2012 são 95%. Imaginem como não estaremos em 2015?
Sérgio Chaia - presidente da Nextel - diz o seguinte: " Para subir na hierarquia, você deve se preparar para conviver com níveis quase insuportáveis de estresse. O que ajuda a lidar com a pressão é ter uma meta bem definida, saber aonde pretende chegar. Esse senso de propósito é individual e pode variar ao longo do tempo, mas é isso que dá um sentido maior aos momentos difíceis."
Achei muito interessante o que o americano Clayton Christensen - professor de administração em Harvard e um dos mais renomados especialistas em estratégia corportativa do mundo - falou: " Ninguém planeja fracassar na vida pessoal. É a soma de pequenas decisões cotidianas que leva a isso." Ou seja, para ele o ser humano tem uma necessidade muito grande para o que traz um retorno mais imediato, então quase sempre haverá mais decisões de curto prazo para apagar incêndios na empresa do que para dedicar tempo a questões pessoais. Por exemplo, numa decisão de trabalhar horas extras num projeto que pode definir uma promoção e ir jantar com a família, a primeira opção parecerá mais emergencial. A esposa vai estar em casa quando você chegar e os amigos vão te entender.
Ele ainda diz: " Vi dezenas de profissionais bem-sucedidos acabarem infelizes, sem amigos ou relacionamentos profundos, no lugar mais solitário onde se pode estar."
O trabalho, a promoção, o bonus, o dinheiro traz uma satisfação imediata, mas o relacionamento com a família e amigos é o que nos torna realmente felizes ao longo prazo. Acho que o mais triste disto tudo é quando você olhar para trás daqui 10 anos e perceber que disperdiçou parte da sua vida para ganhar dinheiro e esqueceu da família e dos amigos. Seus filhos vão crescer e você não vai ter intimidade nenhuma com eles, uma vez que você esteve ausente a maior parte do tempo. Perdeu as apresentações na escola, jantares com a família, etc. E este tempo não volta nunca mais.
A reportagem fala sobre Marissa Mayer - presidente da empresa Yahoo - que voltou a trabalhar DUAS SEMANAS após dar à luz. Não foram dois meses, os quais eu, particularmente, já acharia loucura, mas sim duas semanas! Desculpem, mas isto é insano!
Marissa diz: "Tenho a teoria de que o desgaste de jornadas mais longas resulta do ressentimento. A sensação de que você está perdendo algo relevante para sua vida pessoal. Você não pode ter tudo o que quer, mas pode ter o que é mais importante para você. E pensar dessa maneira faz com que seja possível trabalhar por longas horas."
Foi feita uma pesquisa entre as 500 melhores empresas do Brasil e é alarmante o resultado: Em 2006 75% dos cônjuges estavam insatisfeitos com o equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Em 2009 este número subiu para 92% e agora em 2012 são 95%. Imaginem como não estaremos em 2015?
Sérgio Chaia - presidente da Nextel - diz o seguinte: " Para subir na hierarquia, você deve se preparar para conviver com níveis quase insuportáveis de estresse. O que ajuda a lidar com a pressão é ter uma meta bem definida, saber aonde pretende chegar. Esse senso de propósito é individual e pode variar ao longo do tempo, mas é isso que dá um sentido maior aos momentos difíceis."
Achei muito interessante o que o americano Clayton Christensen - professor de administração em Harvard e um dos mais renomados especialistas em estratégia corportativa do mundo - falou: " Ninguém planeja fracassar na vida pessoal. É a soma de pequenas decisões cotidianas que leva a isso." Ou seja, para ele o ser humano tem uma necessidade muito grande para o que traz um retorno mais imediato, então quase sempre haverá mais decisões de curto prazo para apagar incêndios na empresa do que para dedicar tempo a questões pessoais. Por exemplo, numa decisão de trabalhar horas extras num projeto que pode definir uma promoção e ir jantar com a família, a primeira opção parecerá mais emergencial. A esposa vai estar em casa quando você chegar e os amigos vão te entender.
Ele ainda diz: " Vi dezenas de profissionais bem-sucedidos acabarem infelizes, sem amigos ou relacionamentos profundos, no lugar mais solitário onde se pode estar."
O trabalho, a promoção, o bonus, o dinheiro traz uma satisfação imediata, mas o relacionamento com a família e amigos é o que nos torna realmente felizes ao longo prazo. Acho que o mais triste disto tudo é quando você olhar para trás daqui 10 anos e perceber que disperdiçou parte da sua vida para ganhar dinheiro e esqueceu da família e dos amigos. Seus filhos vão crescer e você não vai ter intimidade nenhuma com eles, uma vez que você esteve ausente a maior parte do tempo. Perdeu as apresentações na escola, jantares com a família, etc. E este tempo não volta nunca mais.
20 Dicas para promover uma reforma íntima
Estas dicas nem sempre são fáceis de fazer e/ou lembrar, mas com exercício diário e, principalmente, vigiando nossas ações e pensamentos conseguiremos ser pessoas melhores e mais evoluídas:
1- Silenciarmos diante da ofensa que nos fazem;
2- Esquecermos o favor que prestamos a alguém;
3- Desobrigarmos aos amigos de praticarem qualquer gentileza para conosco;
4- Emudecermos a nossa agressividade;
5- Executarmos alegremente as nossas próprias obrigações;
6- Não condenarmos as opiniões que divergem da nossa;
7- Abolirmos qualquer pergunta maliciosa ou desnecessária;
8- Repetirmos informações e ensinamentos sempre que necessário sem qualquer queixume;
9- Treinarmos constantemente a nossa paciência;
10- Ouvirmos de boa vontade os problemas dos companheiros não colocando nossas dores acima das deles;
11- Buscarmos sem afetação ou interesse o meio de sermos mais úteis;
12- Desculparmos pelos prejuízos que nos causam sem exigir que se desculpem por isso;
13- Não falarmos nem pensarmos mal de ninguém;
14- Buscarmos sempre o melhor das pessoas com quem convivemos, do jeito que são naturalmente;
15- Alegrarmo-nos com a alegria dos outros;
16- Não aborrecermos a quem trabalha;
17- Ajudarmos de boa vontade sem necessidade que nos peçam;
18- Respeitarmos o serviço alheio;
19- Colocarmos os nossos problemas particulares em último plano;
20- Servirmos de boa vontade quando a enfermidade nos ferir.
Como falei, não são dicas fáceis, mas o que podemos fazer é pegar um ítem de cada vez e praticá-lo por um determinado período. Pode ser uma semana, duas semanas, um mês... cada um escolhe de acordo com as suas necessidades e o momento de sua vida.
Tenhamos um excelente treinamento!
1- Silenciarmos diante da ofensa que nos fazem;
2- Esquecermos o favor que prestamos a alguém;
3- Desobrigarmos aos amigos de praticarem qualquer gentileza para conosco;
4- Emudecermos a nossa agressividade;
5- Executarmos alegremente as nossas próprias obrigações;
6- Não condenarmos as opiniões que divergem da nossa;
7- Abolirmos qualquer pergunta maliciosa ou desnecessária;
8- Repetirmos informações e ensinamentos sempre que necessário sem qualquer queixume;
9- Treinarmos constantemente a nossa paciência;
10- Ouvirmos de boa vontade os problemas dos companheiros não colocando nossas dores acima das deles;
11- Buscarmos sem afetação ou interesse o meio de sermos mais úteis;
12- Desculparmos pelos prejuízos que nos causam sem exigir que se desculpem por isso;
13- Não falarmos nem pensarmos mal de ninguém;
14- Buscarmos sempre o melhor das pessoas com quem convivemos, do jeito que são naturalmente;
15- Alegrarmo-nos com a alegria dos outros;
16- Não aborrecermos a quem trabalha;
17- Ajudarmos de boa vontade sem necessidade que nos peçam;
18- Respeitarmos o serviço alheio;
19- Colocarmos os nossos problemas particulares em último plano;
20- Servirmos de boa vontade quando a enfermidade nos ferir.
Como falei, não são dicas fáceis, mas o que podemos fazer é pegar um ítem de cada vez e praticá-lo por um determinado período. Pode ser uma semana, duas semanas, um mês... cada um escolhe de acordo com as suas necessidades e o momento de sua vida.
Tenhamos um excelente treinamento!
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Meu pai - minha base
Eu só tenho a agradecer a Deus pela linda família que eu tenho!
Quando eu era menor e depois na adolescência costumava ficar muito brava com meu pai, porque ele não me deixava sair sozinha e ainda tinha horário para chegar em casa! Sem falar naquele interrogatório que não acabava nunca: aonde eu vou, com quem, que horas vou voltar, quem vai me trazer.... queria saber cada detalhe!
Lembro que achava estar "pagando um mico" cada vez que ele me levava ou buscava em algum lugar. Sempre pedia para ele parar na esquina. Dar um beijo na frente dos outros então.... nem pensar!
O meu primeiro namorado sério eu tinha entre 18, 19 anos e nesta época briguei muito com meu pai por causa do horário para chegar em casa. Eu era maior de idade e não aceitava mais ter que estar em casa à meia noite e ter que responder àquelas perguntas chatas.
Principalmente porque eu tinha acabado de voltar de um intercâmbio e ter morado um ano numa casa de família americana. Como voltar para casa e acatar com todas as regras antigas?!
Com o tempo meu pai foi percebendo que precisava mudar. Mas acredito que não deve ter sido fácil para ele aceitar que sua "filhinha" tinha crescido.
Acho que até meus 12 anos nós dois conversávamos muito e eu contava tudo da minha vida para ele.... mas na adolescência tudo muda. Como contar os meus sentimentos pra ele? Como contar minhas travessuras? Minhas paquerinhas? Não dava!
Hoje, com 37 anos, nós dois voltamos a ficar mais próximos e apesar de ainda falarmos pouco da minha vida íntima, quando sentamos para conversar, ficamos horas e é tão gostoso. Adoro escutar as histórias antigas da vida dele. Aprendo muito com estas trocas.
Sou grata à ele pela base e educação que tive. Fiz e faço ainda muita besteira e por mais que ele diga que não vai dar certo, tem coisas que eu preciso vivenciar para poder ter as minhas próprias experiências de vida!
É engraçado como hoje, por eu ser mãe, entendo as preocupações dele e quando eu menos espero estou fazendo as mesmas perguntas para a Gabi. O mesmo interrogatório! Mas isto se chama AMOR. Preocupação para saber aonde ela está, com quem e fazendo o que.
Diria que é a vida que se repete.....
Quando eu era menor e depois na adolescência costumava ficar muito brava com meu pai, porque ele não me deixava sair sozinha e ainda tinha horário para chegar em casa! Sem falar naquele interrogatório que não acabava nunca: aonde eu vou, com quem, que horas vou voltar, quem vai me trazer.... queria saber cada detalhe!
Lembro que achava estar "pagando um mico" cada vez que ele me levava ou buscava em algum lugar. Sempre pedia para ele parar na esquina. Dar um beijo na frente dos outros então.... nem pensar!
O meu primeiro namorado sério eu tinha entre 18, 19 anos e nesta época briguei muito com meu pai por causa do horário para chegar em casa. Eu era maior de idade e não aceitava mais ter que estar em casa à meia noite e ter que responder àquelas perguntas chatas.
Principalmente porque eu tinha acabado de voltar de um intercâmbio e ter morado um ano numa casa de família americana. Como voltar para casa e acatar com todas as regras antigas?!
Com o tempo meu pai foi percebendo que precisava mudar. Mas acredito que não deve ter sido fácil para ele aceitar que sua "filhinha" tinha crescido.
Acho que até meus 12 anos nós dois conversávamos muito e eu contava tudo da minha vida para ele.... mas na adolescência tudo muda. Como contar os meus sentimentos pra ele? Como contar minhas travessuras? Minhas paquerinhas? Não dava!
Hoje, com 37 anos, nós dois voltamos a ficar mais próximos e apesar de ainda falarmos pouco da minha vida íntima, quando sentamos para conversar, ficamos horas e é tão gostoso. Adoro escutar as histórias antigas da vida dele. Aprendo muito com estas trocas.
Sou grata à ele pela base e educação que tive. Fiz e faço ainda muita besteira e por mais que ele diga que não vai dar certo, tem coisas que eu preciso vivenciar para poder ter as minhas próprias experiências de vida!
É engraçado como hoje, por eu ser mãe, entendo as preocupações dele e quando eu menos espero estou fazendo as mesmas perguntas para a Gabi. O mesmo interrogatório! Mas isto se chama AMOR. Preocupação para saber aonde ela está, com quem e fazendo o que.
Diria que é a vida que se repete.....
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