Esta semana estava conversando com uma amiga e tive, mais uma vez, a certeza de que como nós não temos controle de nada!
Não temos controle das atitudes dos outros, não temos controle sobre o que pode nos acontecer no próximo segundo.... e também, muitas vezes, não temos controle nem de nós mesmos!
Vocês já repararam como todas as vezes que criamos expectativa sobre alguma coisa ou sobre alguém nosso resultado é sempre o mesmo? a frustração!
Quando, por exemplo, temos uma festa e ficamos a semana inteira ansiosos.... acabamos criando uma expectativa tão grande ( que a festa vai ser assim, que vai acontecer aquilo, que vão me falar isto.... ) e geralmente nunca acontece o que esperávamos e voltamos para casa decepcionados.
Ou então queremos ganhar o presente "x" e nos dão o presente "Y".... ficamos tão frustrados que não conseguimos disfarçar nossas reações....
O ser humano, de forma geral, é muito imediatista. Quando queremos alguma coisa, queremos aquilo para o AGORA. Não dá para esperar até amanhã.... mas quando isto não acontece, porque novamente, não temos controle das coisas, ficamos chateados, magoados, frustrados e decepcionados.
Acho muito legal quem consegue segurar a própria ansiedade e deixar as coisas acontecerem naturalmente, no tempo certo!
Esta minha amiga contou uma reação que o namorado dela teve que eu jamais poderia imaginar.... se eu fiquei surpresa e chateada, imagina ela! Tudo porque ela contou um momento do passado dela, da história da vida dela e ele não conseguiu aceitar e terminaram. Foi como ela falou: "deveria ter mentido do que ter falado a verdade?! Jamais imaginaria que ele fosse ter esta reação"... isto porque não era nada grave.
Isto prova mais uma vez que não temos controle de nada....
Nós não sabemos qual vai ser a nossa reação num assalto, por exemplo. Pessoas se aproximam da gente, achamos que ela vai ficar em nossas vidas.... mas, do nada ela desaparece. Já outras pessoas temos a certeza de que vai ser momentâneo e ela acaba ficando para sempre.
Sentimentos que muitas vezes achamos que estão acabados, de repente, voltam com tudo, nos deixando confusos e percebemos que eles só estavam "dormindo", mas que sempre estiveram presentes dentro de nós.
Podemos sair de casa hoje... e infelizmente, não voltarmos mais.....
O único que tem controle sobre TUDO e TODOS é DEUS!!!!
Hoje no carro estava explicando para minha filha a importância das palavras, como uma simples palavra pode ferir uma pessoa de forma que nós não imaginamos..... mas, o pior de tudo, é que depois que falamos, não tem mais volta. Não dá para pegar as palavras no ar e engolir....
Então, antes de falar para alguém uma frase que você sabe que pode machucar, pense duas vezes. Quando sair de casa para trabalhar, dê um beijo na pessoa amada. Deixe ela saber que você a ama.... não importa se é seu marido, sua esposa, seus filhos ou até seus pais....
Podemos não ter o controle sobre nós mesmos em determinadas situações, mas podemos sim, fazer uma força para nos controlar e pensar antes de agir e falar.
Bom final de semana!
Beijos
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Pai... uma presença MEGA importante na vida dos filhos!
Como escrevi anteriormente, a Gabi é fruto de uma produção independente não planejada, mas hoje não consigo me imaginar sem ela!!!
Deus é tão perfeito que nos dá força nos momentos em que mais precisamos... principalmente, nós mulheres. Conseguimos enfrentar as barreiras que forem necessárias e defendemos nossos filhos com unhas e dentes.
E foi Ele quem me deu forças para aguentar alguns momentos bem difíceis e complicados.... e é impressionante como ainda vivemos numa sociedade machista e hipócrita.
Quando descobri que estava grávida, meus pais, principalmente meu pai, tiveram muita dificuldade em aceitar este fato. Meu pai, criado em família tradicional e sempre preocupado com a opinião dos outros, fechou a cara, não nos falávamos direito e chegou a falar para mim: " vai ser muito difícil você conseguir um emprego, um namorado, ter uma vida normal". Como se, ter um filho, naquele momento, fosse uma doença mortal.
Eu sempre me importei muito com a opinião dele.... então, como enfrentar tudo isto sem o apoio dele?
Minha mãe ficou dividida, ela com o passar do tempo começou a ficar mais empolgada, sempre me ajudou muito com tudo.... me acompanhava em todas as consultas médicas, me ajudou com o enxoval, em fim, fez tudo o que podia. Mas ao mesmo tempo a impressão que eu tinha era que ela não queria mostrar muita felicidade para não chatear ainda mais meu pai.
O pai da minha filha naquele momento também não quis se envolver e apesar de ficarmos um tempo sem nos falar, eu sempre deixei as portas abertas para ele... nesta hora não importava mais a Adriana mulher e muito menos os meus sentimentos... sempre coloquei os direitos e sentimentos da minha filha em primeiro lugar.
Os únicos que realmente estavam curtindo eram meu irmão e minha cunhada. Minha cunhada morava aqui em casa e todos os dias ela conversava comigo, me dava força, perguntava como eu estava....
Graças a Deus a minha gravidez foi tranquila, não passei mal, não tive complicação nenhuma, só uma bendita azia que não passava nunca....
A Gabi nasceu e foi impressionante a transformação do meu pai. No momento em que ele a viu pela primeira vez, a pegou no colo.... não importava mais se eu era solteira, o que os amigos iam falar... nada.... até hoje o amor que ele tem por ela é uma coisa muito forte.
Quando ela completou 8 meses resolvi voltar a trabalhar e novamente sofri MUITO preconceito!!!! Lembro até hoje numa entrevista quando falei que não era casada e tinha uma filha.... a mulher do RH me olhou com uma cara de desprezo que, Juro por Deus, só faltou ela falar: " desculpa, na minha empresa eu não contrato mãe solteira". Saí de lá e de várias outras entrevistas me sentindo um lixo, como se eu tivesse cometido um assassinato.
Então para cada nova entrevista comecei a inventar histórias, entre elas:
- que estava morando com meu namorado e íamos nos casar no final do ano;
- morei com ele, mas não deu certo e estava separada;
- cada um ficava na sua casa, mas nos víamos todos os dias;
E nada dava certo... até que resolvi falar a verdade, fui a mais honesta possível e... me contrataram.....
saí desta empresa depois de um ano...rs.
Fiquei quase um ano em casa ( por opção ) para poder cuidar da Gabi, principalmente porque ela começou a chamar a babá de "mamãe" e isto estava me incomodando. Não por ciúmes, tá bom vai... um pouco por ciúmes...., mas também eu percebi que estava trabalhando demais e não passava nenhum tempo com ela. Ela saia comigo às 7 da manhã e quando voltávamos ela estava tão cansada ia dormir.
Com o passar dos anos foi ficando mais fácil lidar com toda esta situação e falar que era mãe solteira.
Acho que quando nós aceitamos a nossa situação, conseguimos encarar de uma maneira mais forte, mais decidida, e automaticamente os outros também acabam aceitando.
Quando a Gabi estava com 4, 5 anos ela começou a perguntar muito pelo pai. Quem era, porque ele não morava com a gente, como ele era... Depois começaram os trabalhos na escola sobre árvore genealógica, profissão dos pais, nomes dos avós... e a curiosidade dela só aumentava. Eu SEMPRE falei e falo a verdade para ela sobre este assunto. Então eu explicava que eu e o papai dela nos gostávamos, éramos amigos, mas não nos gostávamos mais como namorados e por isto não morávamos juntos.
Com 5 anos ela viu o pai pela primeira vez. Lembro que ela ficou chocada, foi uma surpresa tão grande, uma vez que ela não esperava por aquele encontro... mas a impressão que me deu foi como se alguma coisa dentro dela se acalmasse e ela parou de perguntar dele por um período.
Depois deste encontro, eles já se viram mais algumas vezes e aos poucos estão ficando mais próximos.
Segunda-feira passada a Gabi me surpreendeu... ela começou a chorar, de soluçar, dizendo que estava com saudades do pai, que queria vê-lo, ligou para ele e eles se viram no dia seguinte.
Agora estão combinando de se encontrarem todas as quartas para jantar e poderem conversar, brincar e irem pegando intimidade um com o outro.
Se alguém me falasse algum tempo atrás que isto iria acontecer, provavelmente eu começaria a rir e falaria: " duvido! ". Mas a vida dá voltas e o mais importante é aprendermos com os nossos erros.
Eu pergunto para a Gabi se ela fica triste com toda esta situação e ela fala que sim, porque gostaria de ter um papai em casa para poder chamá-lo de "papai". Isto parte o meu coração, mas só dos dois estarem mais próximos já fico muito feliz. E ela também!
Então, se por acaso alguém que estiver lendo este depoimento, e for mãe solteira ou conhecer alguma, diga que no final tudo dá certo. E se não deu certo ainda, é porque não chegou no final!
Deus é tão perfeito que nos dá força nos momentos em que mais precisamos... principalmente, nós mulheres. Conseguimos enfrentar as barreiras que forem necessárias e defendemos nossos filhos com unhas e dentes.
E foi Ele quem me deu forças para aguentar alguns momentos bem difíceis e complicados.... e é impressionante como ainda vivemos numa sociedade machista e hipócrita.
Quando descobri que estava grávida, meus pais, principalmente meu pai, tiveram muita dificuldade em aceitar este fato. Meu pai, criado em família tradicional e sempre preocupado com a opinião dos outros, fechou a cara, não nos falávamos direito e chegou a falar para mim: " vai ser muito difícil você conseguir um emprego, um namorado, ter uma vida normal". Como se, ter um filho, naquele momento, fosse uma doença mortal.
Eu sempre me importei muito com a opinião dele.... então, como enfrentar tudo isto sem o apoio dele?
Minha mãe ficou dividida, ela com o passar do tempo começou a ficar mais empolgada, sempre me ajudou muito com tudo.... me acompanhava em todas as consultas médicas, me ajudou com o enxoval, em fim, fez tudo o que podia. Mas ao mesmo tempo a impressão que eu tinha era que ela não queria mostrar muita felicidade para não chatear ainda mais meu pai.
O pai da minha filha naquele momento também não quis se envolver e apesar de ficarmos um tempo sem nos falar, eu sempre deixei as portas abertas para ele... nesta hora não importava mais a Adriana mulher e muito menos os meus sentimentos... sempre coloquei os direitos e sentimentos da minha filha em primeiro lugar.
Os únicos que realmente estavam curtindo eram meu irmão e minha cunhada. Minha cunhada morava aqui em casa e todos os dias ela conversava comigo, me dava força, perguntava como eu estava....
Graças a Deus a minha gravidez foi tranquila, não passei mal, não tive complicação nenhuma, só uma bendita azia que não passava nunca....
A Gabi nasceu e foi impressionante a transformação do meu pai. No momento em que ele a viu pela primeira vez, a pegou no colo.... não importava mais se eu era solteira, o que os amigos iam falar... nada.... até hoje o amor que ele tem por ela é uma coisa muito forte.
Quando ela completou 8 meses resolvi voltar a trabalhar e novamente sofri MUITO preconceito!!!! Lembro até hoje numa entrevista quando falei que não era casada e tinha uma filha.... a mulher do RH me olhou com uma cara de desprezo que, Juro por Deus, só faltou ela falar: " desculpa, na minha empresa eu não contrato mãe solteira". Saí de lá e de várias outras entrevistas me sentindo um lixo, como se eu tivesse cometido um assassinato.
Então para cada nova entrevista comecei a inventar histórias, entre elas:
- que estava morando com meu namorado e íamos nos casar no final do ano;
- morei com ele, mas não deu certo e estava separada;
- cada um ficava na sua casa, mas nos víamos todos os dias;
E nada dava certo... até que resolvi falar a verdade, fui a mais honesta possível e... me contrataram.....
saí desta empresa depois de um ano...rs.
Fiquei quase um ano em casa ( por opção ) para poder cuidar da Gabi, principalmente porque ela começou a chamar a babá de "mamãe" e isto estava me incomodando. Não por ciúmes, tá bom vai... um pouco por ciúmes...., mas também eu percebi que estava trabalhando demais e não passava nenhum tempo com ela. Ela saia comigo às 7 da manhã e quando voltávamos ela estava tão cansada ia dormir.
Com o passar dos anos foi ficando mais fácil lidar com toda esta situação e falar que era mãe solteira.
Acho que quando nós aceitamos a nossa situação, conseguimos encarar de uma maneira mais forte, mais decidida, e automaticamente os outros também acabam aceitando.
Quando a Gabi estava com 4, 5 anos ela começou a perguntar muito pelo pai. Quem era, porque ele não morava com a gente, como ele era... Depois começaram os trabalhos na escola sobre árvore genealógica, profissão dos pais, nomes dos avós... e a curiosidade dela só aumentava. Eu SEMPRE falei e falo a verdade para ela sobre este assunto. Então eu explicava que eu e o papai dela nos gostávamos, éramos amigos, mas não nos gostávamos mais como namorados e por isto não morávamos juntos.
Com 5 anos ela viu o pai pela primeira vez. Lembro que ela ficou chocada, foi uma surpresa tão grande, uma vez que ela não esperava por aquele encontro... mas a impressão que me deu foi como se alguma coisa dentro dela se acalmasse e ela parou de perguntar dele por um período.
Depois deste encontro, eles já se viram mais algumas vezes e aos poucos estão ficando mais próximos.
Segunda-feira passada a Gabi me surpreendeu... ela começou a chorar, de soluçar, dizendo que estava com saudades do pai, que queria vê-lo, ligou para ele e eles se viram no dia seguinte.
Agora estão combinando de se encontrarem todas as quartas para jantar e poderem conversar, brincar e irem pegando intimidade um com o outro.
Se alguém me falasse algum tempo atrás que isto iria acontecer, provavelmente eu começaria a rir e falaria: " duvido! ". Mas a vida dá voltas e o mais importante é aprendermos com os nossos erros.
Eu pergunto para a Gabi se ela fica triste com toda esta situação e ela fala que sim, porque gostaria de ter um papai em casa para poder chamá-lo de "papai". Isto parte o meu coração, mas só dos dois estarem mais próximos já fico muito feliz. E ela também!
Então, se por acaso alguém que estiver lendo este depoimento, e for mãe solteira ou conhecer alguma, diga que no final tudo dá certo. E se não deu certo ainda, é porque não chegou no final!
Férias... o que fazer com a criançada?
Dezembro está chegando e.... obaaaa! Férias!!!!
O que fazer com seu filho durante os próximos dois meses???
Uma sugestão que eu dou é o Acampamento República Lago. Minha filha foi para lá agora em novembro com a escola e ela adorou! Pena que eles ficaram só dois dias, porque pela quantidade de atrações existentes foi pouco.
Localizado em Leme - Sâo Paulo. De ônibus a viagem demora mais ou menos 2h30/ 3:00.
A idade vai de 06 a 16 anos.
Agora para Janeiro/2013 - eles dividiram assim:
1ª temporada de 07 a 13
2ª temporada de 14 a 21
3ª temporada de 22 a 27
Quem quiser ficar mais de uma temporada pode, e o melhor é que não precisa levar roupa em dobro. Eles lavam, sem custo adicional.
A maioria das atividades são divididas por faixa etária, mas também ocorrem atrações em que todos participam juntos, como por exemplo uma festa, um grande jogo. Todas as refeições são feitas juntas.
Há um período no dia em que o tempo é livre e o acampante pode escolher a atividade que quiser. São 20 mil metros e algumas das atrações são:
- Arvorismo;
- Aqua Jump;
- Baladas;
- Caiaque;
- Campismo;
- Esqui;
- Banana Boat;
- Barco a remo;
- Cipô;
- Outros.
Em cada temporada acontecem projetos especiais, como: bolos, pães, fotografia pin hole, capoeira, circo, biologia, ateliê, jogos de rua e outros.
Os chalés também são divididos por idade e sexo. São servidas 5 refeições diárias e o cardápio é bem variado, agradando tanto aqueles que comem de tudo quanto os mais difícies ( que é o caso da minha filha, e garanto que ela não passou fome e nem reclamou da comida! ).
O que fazer com seu filho durante os próximos dois meses???
Uma sugestão que eu dou é o Acampamento República Lago. Minha filha foi para lá agora em novembro com a escola e ela adorou! Pena que eles ficaram só dois dias, porque pela quantidade de atrações existentes foi pouco.
Minha filha Gabi ( penúltima de pé, da direita para esquerda ) e amigas da escola.
Localizado em Leme - Sâo Paulo. De ônibus a viagem demora mais ou menos 2h30/ 3:00.
A idade vai de 06 a 16 anos.
Agora para Janeiro/2013 - eles dividiram assim:
1ª temporada de 07 a 13
2ª temporada de 14 a 21
3ª temporada de 22 a 27
Quem quiser ficar mais de uma temporada pode, e o melhor é que não precisa levar roupa em dobro. Eles lavam, sem custo adicional.
A maioria das atividades são divididas por faixa etária, mas também ocorrem atrações em que todos participam juntos, como por exemplo uma festa, um grande jogo. Todas as refeições são feitas juntas.
Restaurante
Há um período no dia em que o tempo é livre e o acampante pode escolher a atividade que quiser. São 20 mil metros e algumas das atrações são:
- Arvorismo;
- Aqua Jump;
- Baladas;
- Caiaque;
- Campismo;
- Esqui;
- Banana Boat;
- Barco a remo;
- Cipô;
- Outros.
Milha filha ficou encantada com as aulas de biologia.
Em cada temporada acontecem projetos especiais, como: bolos, pães, fotografia pin hole, capoeira, circo, biologia, ateliê, jogos de rua e outros.
Os chalés também são divididos por idade e sexo. São servidas 5 refeições diárias e o cardápio é bem variado, agradando tanto aqueles que comem de tudo quanto os mais difícies ( que é o caso da minha filha, e garanto que ela não passou fome e nem reclamou da comida! ).
Gabi ( à esquerda ) e Amandinha
Banana Boat
Aqua Jump ( ela também ADOROU!!! )
Piscina
Os embarques acontecem nos dias 07, 14 e 22/01/2013 - às 08:00 horas - na Praça Comendador Manoel de Melo Pimenta - Alto de Pinheiros - SP.
Acredito que vale a pena dar uma olhada no site e conversar com seu(a) filho(a) sobre este lugar...
Eu incentivo muito a Gabi à ir nestes tipos de lugares, que é uma maneira dela fazer novas amizades e, principalmente, estar em contato com a Natureza e sair de casa para não ficar as férias inteiras na frente do computador ou com joguinhos eletrônicos....
O site do República Lago é: www.replago.com.br e os telefones são: (19) 3555-6447, (19) 3555-9155 ou VOIP (11) 4063-4336
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Pum e o Ciclo da Vida
Não se preocupem..... não vou ser nojenta! É só para brincar um pouco com um assunto que é meio "tabu"
Mas estava pensando no ciclo da vida ( criança, adulto e novamente criança ) e o pum é um ótimo exemplo para brincar com isto:
Vou nomear de Ciclano o meu personagem principal.
Quando Ciclano era neném e soltava um, a mãe com voz de criança, toda brincalhona dizia: "Puf Puf, que punzinho mais fedidinho, Ciclano." ou então " Eheee, Muito bem, Ciclano lindo da mamãe! Solta mesmo bastante punzinho!"
Tudo bem, podemos dar a "desculpa" que para o um bebê é ótimo aliviar os gases, porque está previnindo de ter cólicas.... então brincamos, estimulamos e até fazemos exercícios para que todos os gases sejam soltos.... mas o cheirinho é digno de adulto, não vem com esta que cheira talco, porque é mentira!
Ciclano cresceu e agora é criança.... quando ele solta um, geralmente falamos: "ahaaa... ele é só uma criança. É natural soltar pum. E ele não tem controle sob o corpo".... e fica tudo certo!
Mais uma vez o tempo passa e agora Ciclano é adulto, trabalha numa empresa.... está no meio de uma reunião e sem conseguir segurar... vem um grande e malcheiroso pum, deletando o jantar da noite anterior....
A primeira coisa que vão falar assim que a reunião acabar, é:
"Nossa como o Ciclano é porco. Você viu o pum que ele soltou?!" ( como se desse para ver )
"Eu vi! Que nojento! A mãe não deu educação para ele não?!"
Mas o nosso pobre Ciclano a vida inteira ouviu da prórpia mãe que é normal aliviar os gases....
Agora, quem nunca passou pela seguinte situação?:
Você entra num elevador e tem um "presentinho" te esperando.... você xinga todas as gerações de quem quer que seja e reza para todos os Santos que não entre ninguém naquele momento, porque vão pensar que foi você.
Não esqueçamos da Lei de Murphy que não falha NUNCA, então logicamente vai entrar alguém, que imediatamente sente algo que não deveria estar lá....
Você não sabe se:
a) Cava um buraco e se mata;
b) Já vai avisando: "Não fui eu! Quando entrei já estava o cheiro!!!!!";
c) Faz cara de paisagem e ainda puxa conversa sobre o tempo.
Enfim, voltando ao Ciclano....
Agora ele já é vovô.... e de repente na frente de todos os familiares na Ceia de Natal.... PUM!
"Eca mãe, diz Ciclano Neto, o vovô é muito porco!"
"Meu filho, vovô já está velhinho.... não tem mais controle sob o corpo.... é normal"
Passam mais alguns anos e vovô Ciclano mais velhinho do que nunca.... comeu algo que não caiu bem e .... mais um.....
A filha de Ciclano pensa: " ainda bem que ele está de fralda...."
Mas estava pensando no ciclo da vida ( criança, adulto e novamente criança ) e o pum é um ótimo exemplo para brincar com isto:
Vou nomear de Ciclano o meu personagem principal.
Quando Ciclano era neném e soltava um, a mãe com voz de criança, toda brincalhona dizia: "Puf Puf, que punzinho mais fedidinho, Ciclano." ou então " Eheee, Muito bem, Ciclano lindo da mamãe! Solta mesmo bastante punzinho!"
Tudo bem, podemos dar a "desculpa" que para o um bebê é ótimo aliviar os gases, porque está previnindo de ter cólicas.... então brincamos, estimulamos e até fazemos exercícios para que todos os gases sejam soltos.... mas o cheirinho é digno de adulto, não vem com esta que cheira talco, porque é mentira!
Ciclano cresceu e agora é criança.... quando ele solta um, geralmente falamos: "ahaaa... ele é só uma criança. É natural soltar pum. E ele não tem controle sob o corpo".... e fica tudo certo!
Mais uma vez o tempo passa e agora Ciclano é adulto, trabalha numa empresa.... está no meio de uma reunião e sem conseguir segurar... vem um grande e malcheiroso pum, deletando o jantar da noite anterior....
A primeira coisa que vão falar assim que a reunião acabar, é:
"Nossa como o Ciclano é porco. Você viu o pum que ele soltou?!" ( como se desse para ver )
"Eu vi! Que nojento! A mãe não deu educação para ele não?!"
Mas o nosso pobre Ciclano a vida inteira ouviu da prórpia mãe que é normal aliviar os gases....
Agora, quem nunca passou pela seguinte situação?:
Você entra num elevador e tem um "presentinho" te esperando.... você xinga todas as gerações de quem quer que seja e reza para todos os Santos que não entre ninguém naquele momento, porque vão pensar que foi você.
Não esqueçamos da Lei de Murphy que não falha NUNCA, então logicamente vai entrar alguém, que imediatamente sente algo que não deveria estar lá....
Você não sabe se:
a) Cava um buraco e se mata;
b) Já vai avisando: "Não fui eu! Quando entrei já estava o cheiro!!!!!";
c) Faz cara de paisagem e ainda puxa conversa sobre o tempo.
Enfim, voltando ao Ciclano....
Agora ele já é vovô.... e de repente na frente de todos os familiares na Ceia de Natal.... PUM!
"Eca mãe, diz Ciclano Neto, o vovô é muito porco!"
"Meu filho, vovô já está velhinho.... não tem mais controle sob o corpo.... é normal"
Passam mais alguns anos e vovô Ciclano mais velhinho do que nunca.... comeu algo que não caiu bem e .... mais um.....
A filha de Ciclano pensa: " ainda bem que ele está de fralda...."
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
Gordinhas para uns, gostosonas para outros!
Hoje em dia existe uma ditadura muito grande para as mulheres serem magras, peito grande, cabelo liso e bem arrumada.
A sensação que dá é que quem não está nestes padrões de beleza não é aceito pela sociedade.
Hoje em dia com as mulheres frutas o tipo de beleza mudou um pouco, então agora é ter músculos, ser sarada, pernas grossas, bunda grande, mas o cabelo continua liso.
Acho que o que a mídia faz é uma judiação, porque as mulheres se sentem cobradas e transferem esta neura para as filhas. O número de adolescente que estão desenvolvendo distúrbios alimentares cresce a cada dia.
Uma coisa é quando você vive da sua imagem, do seu corpo e tem que estar 24 horas por dia linda, maravilhosa, arrumada e magérrima!
Concordo que as roupas caem muito melhor nas magras, mesmo porque as roupas que fazem para as gordelícias parecem de velho.
Acho importante duas coisas, independente de ser magra ou gorda:
- Ter saúde
- Se aceitar. O que nem sempre é fácil, porque sempre tem alguém te cobrando e jogando na sua cara que você está a cima do peso.
Desde os meus 24 anos eu brigo com a balança. Tomei todos os tipos de remédios, desde fórmulas até aqueles que você encontra o número do telefone em postes nas ruas, só para emagrecer.
Estas "bombas" estouraram com o meu metabolismo. E agora junta com a idade e uma gestação.... fica mais difícil ainda de eliminar os quilos extras.
Mas se repararmos nas ruas, encontramos vários casais onde o homem é magro e a mulher mais gorduchita.
Já tive um namorado que gostava mais quando eu estava assim, gordinha, do que magra. Ele prefere e gosta de "ter o que pegar".
Assim como ele, existem vários homens que preferem as cheinhas.
A beleza externa um dia vai embora. A lei da gravidade acontece para TODOS, sem exceção. O que vai importar lá na frente é quem você é, no tipo de pessoa que você se transformou. Sem falar que as gordelícias são pessoas mais felizes e risonhas, porque comem o que querem e não ficam na neura desta ditadura.
Tudo nesta vida é passageiro.... já houve a época em que a beleza era ser gorducha, agora é a vez das magras.... quem garante que daqui alguns anos não volte a ser bonito e apreciado as gordelícias?
A sensação que dá é que quem não está nestes padrões de beleza não é aceito pela sociedade.
Hoje em dia com as mulheres frutas o tipo de beleza mudou um pouco, então agora é ter músculos, ser sarada, pernas grossas, bunda grande, mas o cabelo continua liso.
Acho que o que a mídia faz é uma judiação, porque as mulheres se sentem cobradas e transferem esta neura para as filhas. O número de adolescente que estão desenvolvendo distúrbios alimentares cresce a cada dia.
Uma coisa é quando você vive da sua imagem, do seu corpo e tem que estar 24 horas por dia linda, maravilhosa, arrumada e magérrima!
Concordo que as roupas caem muito melhor nas magras, mesmo porque as roupas que fazem para as gordelícias parecem de velho.
Acho importante duas coisas, independente de ser magra ou gorda:
- Ter saúde
- Se aceitar. O que nem sempre é fácil, porque sempre tem alguém te cobrando e jogando na sua cara que você está a cima do peso.
Desde os meus 24 anos eu brigo com a balança. Tomei todos os tipos de remédios, desde fórmulas até aqueles que você encontra o número do telefone em postes nas ruas, só para emagrecer.
Estas "bombas" estouraram com o meu metabolismo. E agora junta com a idade e uma gestação.... fica mais difícil ainda de eliminar os quilos extras.
Mas se repararmos nas ruas, encontramos vários casais onde o homem é magro e a mulher mais gorduchita.
Já tive um namorado que gostava mais quando eu estava assim, gordinha, do que magra. Ele prefere e gosta de "ter o que pegar".
Assim como ele, existem vários homens que preferem as cheinhas.
A beleza externa um dia vai embora. A lei da gravidade acontece para TODOS, sem exceção. O que vai importar lá na frente é quem você é, no tipo de pessoa que você se transformou. Sem falar que as gordelícias são pessoas mais felizes e risonhas, porque comem o que querem e não ficam na neura desta ditadura.
Tudo nesta vida é passageiro.... já houve a época em que a beleza era ser gorducha, agora é a vez das magras.... quem garante que daqui alguns anos não volte a ser bonito e apreciado as gordelícias?
"Desejo Proibido"
Tenho uma amiga casada que me contou sentir uma atração enorme por um segurança da empresa aonde ela trabalha. Eles conversam o trivial, do dia-a-dia e nada mais.
" Ai Dri, é uma coisa muito louca. Não sei explicar direito o que acontece. Ele tem um físico maravilhoso, é alto, morenão, grande... Fico louca só de pensar nele". Ela costuma falar para mim.
Por ela ser casada e contra a traição, sei que isto não vai passar de uma admiração secreta pelo belo segurança.
Mas quem não teve uma atração assim? Aquele "amor platônico", que a gente só sonha e nada pode fazer?
Acredito que existam dois tipos de "olhares" e "olhares"... o primeiro é aquele que você admira o belo e só. Já o segundo é quando, como dizemos, "comemos a pessoa com os olhos". Não sou ninguém para dar lição de moral... acho que cada um sabe aonde aperta o calo e faz o que a sua consciência permite.
Um sentimento muito gostoso é quando nos apaixonamos por alguém. Sentimos um desejo que nos consome, que nos faz sonhar, dá aquele friozinho na barriga... Eu acho o friozinho na barriga o mais gostoso de todos....
Tudo isto é muito bom e faz com que nos sintamos vivos!
Só posso dizer para aqueles que está vivendo isto neste momento: viva e seja feliz!
" Ai Dri, é uma coisa muito louca. Não sei explicar direito o que acontece. Ele tem um físico maravilhoso, é alto, morenão, grande... Fico louca só de pensar nele". Ela costuma falar para mim.
Por ela ser casada e contra a traição, sei que isto não vai passar de uma admiração secreta pelo belo segurança.
Mas quem não teve uma atração assim? Aquele "amor platônico", que a gente só sonha e nada pode fazer?
Acredito que existam dois tipos de "olhares" e "olhares"... o primeiro é aquele que você admira o belo e só. Já o segundo é quando, como dizemos, "comemos a pessoa com os olhos". Não sou ninguém para dar lição de moral... acho que cada um sabe aonde aperta o calo e faz o que a sua consciência permite.
Um sentimento muito gostoso é quando nos apaixonamos por alguém. Sentimos um desejo que nos consome, que nos faz sonhar, dá aquele friozinho na barriga... Eu acho o friozinho na barriga o mais gostoso de todos....
Tudo isto é muito bom e faz com que nos sintamos vivos!
Só posso dizer para aqueles que está vivendo isto neste momento: viva e seja feliz!
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Um pouo da história do Verdão!
O Verdão foi fundado por imigrantes italianos na cidade de São Paulo com o nome de Palestra Italia. O primeiro jogo da equipe foi disputada em 24 de janeiro de 1915 contra o Savóia, do atual município de Votorantim, que na época era distrito de Sorocaba. Com vitória para o palestrina de 2 a 0.
O clube foi obrigado a mudar seu nome para Sociedade Esportiva Palmeiras em 1942, por ocasião da Segunda Guerra Mundial, já que o Brasil, governado pelo então presidente Getúlio Vargas, declarou guerra aos países do "Eixo" (Alemanha, Itália e Japão) e se alinhou aos países "Aliados", (Estados Unidos, URSS, Grã-Bretanha França e outros países).
As cores do clube, presentes no escudo e bandeira oficial, são o verde e branco. O vermelho, presente desde sua fundação em 1914, foi excluído durante a Segunda Guerra, por pressão do governo nacional, na mesma reunião que formalizou a mudança de nome de Palestra Itália para Palmeiras.
"Cruz de Savoia", primeiro distintivo utilizado pelo Palestra Itália em 1915
Seu mascote oficial é um periquito verde, mas nos últimos anos a torcida adotou o porco. O "porco" surgiu, na verdade, como gozação das torcidas adversárias. Depois de décadas se sentindo ofendida com tal apelido, a torcida alviverde adotou o animal como mascote nos anos 80 e assim acabou com a gozação dos rivais.
De acordo com o site oficial, o periquito foi escolhido desde a fundação do time por causa da comum coloração verde e, também, por esse passarinho existir em abundância onde o clube está localizado, além de ser um pássaro de origem brasileira.
Uma curiosidade: o periquito, apesar de alguns confundirem, nada tem a ver com o personagem da Disney. Zé Carioca, que é um papagaio. Aliás, o palmeirense é bem mais antigo e foi desenhado em São Paulo.
Mascote Oficial
É um dos times que mais obtem títulos nas Copas Libertadores, Mercosul, Brasileiro e outras.
No ano de 2002 o Palmeiras foi rebaixado pela primeira vez e caiu para a Série B. Na época seu Presidente era Mustafá Contursi.
2012 - Prestes a cair pela segunda vez para a Série B.
No mesmo ano em que o técnico Luiz Felipe Scolari deu ao Verdão o título na Copa do Brasil – foi demitido no dia 13 de setembro pelo péssimo desempenho no Brasileirão.
O Presidente Arnaldo Tirone está sendo ameaçado pela torcida e deu o seguinte depoimento: “Todo mundo vai morrer um dia. Se eu morrer, vai ser pelo Palmeiras e vai sair no jornal isso.”
A loja Oficial do Timão foi hoje (12/11) incendiada e pichada, principalmente com a frase: “Acabou a Paz”.
Acredito que enquanto as coisas não mudarem de cima para baixo, sua política e seus conselheiros vitalícios, a situação do alviverde continuará a mesma, se não para pior.
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